domingo, 11 de junho de 2017
Reflexão do ano
Gostei imenso de aprender toda a matéria sobressaindo-se o aparecimento de vida na Terra que eu gostei muito porque assim tive uma melhor ideia de como o planeta se formou e a nossa e a muitas espécies se formaram. Este blogue também foi uma atividade diferente e engraçada que eu gostei de fazer e quero continuar para o ano que vem.
Rochas
https://docs.google.com/presentation/d/1-1spuYD-MsLIIb0dbcfJNcCu-9ax2Em8GpBqaIXopG8/edit#slide=id.g2274224efd_0_16
sábado, 13 de maio de 2017
Vulcanismo submarino
Vulcanismo submarino
Devido à presença da água, independentemente do tipo de lava que exista no interior da câmara magmática a lava é sempre viscosa pois contém sempre muito gás. A água ao entrar em contacto com a lava transforma-se em vapor de água e fica incorporada na lava.
Pillow-Lavas
Pillow-lavas ou lavas em almofada formam-se quando a lava entra em contacto com a água do mar. A parte superficial arrefece mas o interior está líquido e a escorrer, esta por sua vez vai entrar em contacto com a água do mar e também arrefece, e assim sucessivamente até não existir mais lava. À medida que a lava vai arrefecendo esta forma relevos que fazem lembrar almofadas daí o nome.
Pillow-lavas ou lavas em almofada formam-se quando a lava entra em contacto com a água do mar. A parte superficial arrefece mas o interior está líquido e a escorrer, esta por sua vez vai entrar em contacto com a água do mar e também arrefece, e assim sucessivamente até não existir mais lava. À medida que a lava vai arrefecendo esta forma relevos que fazem lembrar almofadas daí o nome.
As ilhas vulcânicas formam-se por acumulação do material vulcânico submarino, quando este chega à superfície o tipo de vulcanismo passa a ser comandado pelo tipo de lava existente na câmara magmática.
terça-feira, 9 de maio de 2017
Materiais vulcânicos
Materiais vulcânicos
Gasosos - os vulcões emitem muitos tipos de gases, mas os mais abundantes são: vapor de água, enxofre e dióxido de carbono.
Líquidos - lava fluida (pahoehoe ou encordoada), viscosa (AA ou escoriácea), e muito viscosa.
Sólidos - piroclastos, obsidiana, brecha vulcânica, pedra-pomes.
Materiais vulcânicos sólidos:
Piroclastos - significa fragmentos de fogo,
classificam relativamente ao seu tamanho em cinzas v., areias v., lapilli e
bombas vulcânicas. Formam-se a partir da fragmentação da lava quando sai na
cratera vulcânica, estes fragmentos quando embatem no cone já estão no estado
sólido. Quanto mais gás contiver a lava menores são os fragmentos e vice-versa.
Obsidiana - vidro vulcânico formado a partir do arrefecimento brusco da lava.
Brecha vulcânica - rocha formada
a partir de fragmentos arrancados à chaminé vulcânica pela ascensão da lava.
Constitui um óptimo método direto.
Pedra-pomes - é uma rocha muito porosa, tornando-se muito leve por consequência do arrefecimento
da lava com muito gás. À superfície da lava forma-se uma espécie de espuma (gás
contido), e a rocha solidifica, o gás vais saindo quando a rocha está a
arrefecer, “esburacando-a”. É a única rocha no mundo que bóia.
Materiais
Vulcânicos líquidos
Tipos de Lava
Lava fluida - é uma lava com pouco gás, muito líquida e com temperaturas muito elevadas, ao sair da cratera escoa com muita facilidade formando longas escoadas de lava. Origina cones baixos e largos, os piroclastos são grandes (bombas e lapilli).
Tipos de Lava
Lava fluida - é uma lava com pouco gás, muito líquida e com temperaturas muito elevadas, ao sair da cratera escoa com muita facilidade formando longas escoadas de lava. Origina cones baixos e largos, os piroclastos são grandes (bombas e lapilli).
Chama-se a esta lava - lava encordoada ou pahoehoe.
Lava viscosa - é uma lava com
muito gás, menos líquida que a anterior e com temperaturas menos elevadas, ao
sair da cratera escoa com dificuldade formando curtas escoadas de lava. Origina
cones altos e estreitos, os piroclastos são pequenos (cinzas, areias e lapilli).
Chama-se a esta lava – lava escoriácea ou Aa.
Lava muito viscosa - é uma lava com
muito gás, quase sólida e com temperaturas menos elevadas que a anterior, ao
sair da cratera não escoa, acumula-se formando uma espécie de rolha, originando
a agulha vulcânica. O gás como não pode sair acumula-se na chaminé e ao sair
pode explodir a agulha vulcânica dando origem à nuvem ardente. Os piroclastos
se forem emitidos são as cinzas vulcânicas.
Agulha vulcânica - edifício
formado a partir da acumulação da lava muito viscosa. Devido ao tipo de lava a
agulha é frágil e se a nuvem não a destruir os agentes erosivos rapidamente o
fazem.
Nuvem ardente - característica de erupções muito violentas, são emissões de gás e partículas de çlava a
altas temperaturas e projetadas a grandes velocidades que arrefecem quando saem. diferem das cinzas
vulcânicas, pois não são sólidas e formadas por partículas de lava minúsculas.
Vulcanismo Secundário ou Atenuado
Vulcanismo
Secundário ou Atenuado
Quando a câmara magmática está activa, esta aquece as rochas que estão à sua volta. A água da chuva infiltra-se e ao entrar em contacto com as rochas mais quentes transforma-se em vapor de água. Este sobe e se existir facilidade na subida irá originar fumarolas.
Se
o vapor não conseguir subir de imediato, arrefece e transforma-se em água
podendo originar um géiser ou uma nascente termal, dependendo do tipo de
reservatório que formar.
Fumarolas
Fumarolas
quentes -
São emissões de vapor de água a altas temperaturas.
Sulfataras - São emissões de vapor de
água e enxofre. (Furnas dos Açores).
Mofetas - São emissões de vapor de
água e dióxido de carbono.
Outros
fenómenos
Géiser - São jactos de água quente
intermitentes que lançam de uma só vez a água contida no reservatório.
Nascentes Termais
- São nascentes de
água quente (Termas).
Estrutura do vulcão
ESTRUTURA DO VULCÃO
O aparelho
vulcânico é constituído por estruturas principais: câmara
magmática; chaminé vulcânica; cratera vulcânica e cone
vulcânico. Temos ainda os materiais
expelidos pelos vulcões (lava, piroclastos e gases). Associado ao vulcão
principal podemos ter ainda um vulcão de menor dimensão, cuja estrutura é
constituída por: chaminé vulcânica secundária,
cratera secundária e cone vulcânico secundário.
Cone vulcânico - relevo formado pelas várias erupções vulcânicas, resultante da acumulação dos produtos vulcânicos.
Cone vulcânico - relevo formado pelas várias erupções vulcânicas, resultante da acumulação dos produtos vulcânicos.
Câmara magmática - bolsa de armazenamento de magma.
Chaminé vulcânica - estrutura cilíndrica por onde é transportado o magma desde a câmara magmática até à cratera.
Escoadas de lava - São “camadas” de lava que correspondem à saída de lava das várias erupções.
Cone vulcânico secundário - relevo cónico do aparelho secundário.
Chaminé vulcânica secundária - estrutura cilíndrica que transporta o material desde a chaminé principal à cratera secundária.
Cratera vulcânica secundária - estrutura circular por onde é emitido o material para o cone secundário.
Chaminé vulcânica - estrutura cilíndrica por onde é transportado o magma desde a câmara magmática até à cratera.
Escoadas de lava - São “camadas” de lava que correspondem à saída de lava das várias erupções.
Cone vulcânico secundário - relevo cónico do aparelho secundário.
Chaminé vulcânica secundária - estrutura cilíndrica que transporta o material desde a chaminé principal à cratera secundária.
Cratera vulcânica secundária - estrutura circular por onde é emitido o material para o cone secundário.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Relatório da Visita de Estudo
Relatório
da Visita de Estudo
No dia 3 de Março de 2017 eu e todos os alunos do 7º Ano do Colégio Vasco da Gama, visitamos a Praia Grande, o Cabo da Roca e a Praia do Guincho no âmbito da disciplina
de Ciências Naturais, para uma melhor aprendizagem da matéria sobre o
vulcanismo.
Praia
Grande
Quando chegámos à Praia Grande destacou-se a areia preta o
que nos indicava que esta areia preta era constituída por materiais mais densos
que a areia mais clara devido à atividade vulcânica, em tempos antigos, nesta praia.
Aliás, devido a essa atividade vulcânica a areia possuía materiais magnéticos o
que fazia com que areia pudesse ser magnetizada pelo íman.
Depois de melhor vermos a areia vulcânica, dirigimo-nos com a
nossa professora de Ciências Naturais, para umas escadas ao fundo da praia que
iam dar a uma zona histórica com milhões de anos e como podíamos testemunhar
isso: havia rochas metamórficas, sedimentares e magmáticas, todas umas ao lado das
outras e havia uma camada na vertical que continha fósseis de pegadas de
dinossauros.
Estas pegadas estavam
assim (na vertical e não na horizontal como devia estar) porque em tempos esta
camada estava na horizontal e os dinossauros andavam por ali, depois por causa
de um vulcão que estaria quase a entrar em erupção, mas o magma não ascendeu
até à superfície, sendo por isso que a camada alterou-se ficando na vertical.
Como já referi antes nesta praia encontramos os 3 tipos de
rocha (sedimentar, magmática e metamórficas) em apenas 1m2 o que é muito raro e
muito fascinante.
Cabo
da Roca
O Cabo da Roca que fica a 140 m acima do nível do mar,
localiza-se na freguesia de Colares e faz parte da costa marítima portuguesa. É
o ponto mais ocidental do continente europeu.
O Cabo da Roca é essencialmente constituído
por sienito o que faz com que as paisagens não sejam tão bonitas como as de blocos de granito. À nossa frente situava-se o oceano Atlântico do qual tínhamos
uma vista magnífica, na água viam-se muitas saliências de rochas. Atrás de nós
estava a serra de Sintra.
No Guincho pode-se observar várias dobras como por exemplo
uma em sinclinal e mais algumas em desligamento direto… e dunas móveis. Quando
a maré está vazia podemos observar um bocado da chaminé vulcânica, cone
vulcânico e brecha vulcânica do vulcão que se ia formar, mas como eu já disse
atrás o magma não teve poder suficiente para chegar à superfície. Nesta praia
também se notava a existência dos dinossauros naquela zona, pois nas camadas
superficiais havia muitos fósseis.

segunda-feira, 1 de maio de 2017
Tipos de erupções
Tipos de erupções
Existem 4 tipos de erupções:
Explosivo/Vulcaniano - A lava é viscosa, violenta e escorre a pouca velocidade, os piroclastos são pequenos (areias V., cinzas V e lapili) o que significa que a erupção foi perigosa e o gás foi em grandes quantidades. Os cones são altos e estreitos e as escoadas são curtas. Dois exemplos deste tipo de vulcões são o Vesúvio e Etna.

Catastrófica/Peleano - A lava é muito viscosa e a lava não escorre (não existem escoadas) e acumula-se na cratera formando uma agulha vulcânica os piroclastos são as cinzas V.. O gás que é em grandes quantidades fica retido na chaminé sai e origina a nuvem ardente. Este tipo de erupções são as mais perigosas.

- Efusiva
- Explosivo
- Muito explosiva ou catastrófica
- Mista
- Havaiano
- Vulcaniano
- Peleano
- Estromboliano
Mas, para cada erupção existem critérios a cumprir para saber que tipo de erupção é, e esses critérios são:
- Tipo de lava
- Tipo de piroclastos
- Quantidade de gás
- Tipo de cones vulcânicos
- Tipo de vulcões
Agora, vou dizer o tipo de lava, piroclastos, cones vulcânicos, vulcões e a quantidade de gás dos 4 tipos de erupções.
Efusiva/Havaiano - A lava é fluida, calma e escorre a grandes velocidades, os piroclastos são grandes (bombas V. e lapili) o que significa que a erupção não foi das mais perigosas e o gás não foi em grande quantidade. Os cones são baixos e largos e as escoadas de lava são longas. Estes vulcões como o nome o diz são muito tipicos do Havai, mas também existe em outros sítios (ex: Kilimanjaro, África).
Explosivo/Vulcaniano - A lava é viscosa, violenta e escorre a pouca velocidade, os piroclastos são pequenos (areias V., cinzas V e lapili) o que significa que a erupção foi perigosa e o gás foi em grandes quantidades. Os cones são altos e estreitos e as escoadas são curtas. Dois exemplos deste tipo de vulcões são o Vesúvio e Etna.
Vesúvio

Etna
Catastrófica/Peleano - A lava é muito viscosa e a lava não escorre (não existem escoadas) e acumula-se na cratera formando uma agulha vulcânica os piroclastos são as cinzas V.. O gás que é em grandes quantidades fica retido na chaminé sai e origina a nuvem ardente. Este tipo de erupções são as mais perigosas.

Mayon
Mista/Estromboliano - A lava pode ser viscosa como pode ser fluida, os piroclastos depende da erupção porque esta erupção que é uma mistura, daí vem o nome ,da erupção vulcaniana e havaiana, por isso a quantidade de gás também deriva.Os cones são intermédios (entre o havaiano e vulcaniano). O nome vem da homenagem ao vulcão italiano Estromboli.
Estromboli
Esta tabela é o resumo de tudo o que eu acabei de explicar:
domingo, 2 de abril de 2017
Reflexão do 2º Período
Este período gostei muito das matérias dadas, sobretudo a matéria dos terramotos e maremotos onde aprendi mais sobre a nossa proteção contra estas catástrofes. Estou muito ansioso pela visita de estudo nesta segunda feira e da próxima matéria.
sábado, 18 de março de 2017
Como prevenir e dinamizar os riscos dos sismos
Como prevenir e dinamizar os riscos dos sismos
Riscos dos sismos
Os sismos acarretam sismos diretos e indiretos.
Os riscos diretos são:
Os sismos acarretam sismos diretos e indiretos.
Os riscos diretos são:
- destruição de edifícios;
- pontes;
- infraestusturas;
- linhas de comunicação;
- desmoronamento de terras;
- desagregação de terrenos;
- tsunamis;
- perdas de vidas humanas.
Os riscos indiretos são:
- propagação de incêndios;
- propagação de doenças.
O risco sísmico de uma região está associada a:
- localização em termos tectónicos - quanto mais perto se situar o epicentro de um sismo, de uma falha ativa na placa tectónica, maior o poder destrutivo do sismo;
- vulnerabilidade da região - desenvolvimento sócio-económico, a preparação da população e intervenção da proteção civil;
- litologia da região - o tipo de rochas da região condiciona a propagação e a passagem dos efeitos produzidos pelas ondas sísmicas.
Medidas de prevenção para minimizar os riscos sísmicos
- construção anti-sísmica ou parassísmica - aumenta a resistência dos edifícios durante o sismo.
- barreiras antitsunami - diminui a energia das ondas resultantes dos maremotos;
- melhor planeamento urbano - implica o conhecimento geológico na região (existência de falhas, linhas de água e terrenos menos consistentes).
O que fazer antes, durante e após um sismo
O que fazer antes:
- conhecer causas e efeitos de um sismos na sua zona, preparar a casa para facilitar os movimentos, desligar a eletricidade e cortar água e gás, armazenar água, possuir estojo de primeiro socorros, conhecer locais mais perigosos (janelas, candeeiros, movéis);
O que fazer durante:
- manter-se afastado dos edifícios, postes de eletricidade, manter-se afastado de muros chaminés e varandas, ficar dentro do edifício, abrigar-se no vão de uma porta interior ou debaixo de uma mesa, não ir para escadas, não utilizar elevadores, ir para locais abertos com calma, londe do mar ou rios;
O que depois:
- não utilizar o telefone só em caso de emergência, não ficar na rua a observar, manter a calma com as réplicas, não fumar ou acender isqueiros (porque pode haver fugas de gás), corta a água gás e desligue a eletricidade, ligue o rádio para ouvir recomendações, evite passar por locais onde haja fios soltos.
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