sábado, 18 de março de 2017

Como prevenir e dinamizar os riscos dos sismos

Como prevenir e dinamizar os riscos dos sismos

Riscos dos sismos

Os sismos acarretam sismos diretos e indiretos

Os riscos diretos são: 

  • destruição de edifícios;
  • pontes;
  • infraestusturas;
  • linhas de comunicação;
  • desmoronamento de terras;
  • desagregação de terrenos;
  • tsunamis;
  • perdas de vidas humanas.
Os riscos indiretos são:
  • propagação de incêndios; 
  • propagação de doenças.

O risco sísmico de uma região está associada a:
  • localização em termos tectónicos - quanto mais perto se situar o epicentro de um sismo, de uma falha ativa na placa tectónica, maior o poder destrutivo do sismo;
  • vulnerabilidade da região - desenvolvimento sócio-económico, a preparação da população e intervenção da proteção civil;
  • litologia da região - o tipo de rochas da região condiciona a propagação e a passagem dos efeitos produzidos pelas ondas sísmicas.

Medidas de prevenção para minimizar os riscos sísmicos

  • construção anti-sísmica ou parassísmica - aumenta a resistência dos edifícios durante o sismo. 
  • barreiras antitsunami - diminui a energia das ondas resultantes dos maremotos;
  • melhor planeamento urbano - implica o conhecimento geológico na região (existência de falhas, linhas de água e terrenos menos consistentes).

O que fazer antes, durante e após um sismo

O que fazer antes:
  • conhecer causas e efeitos de um sismos na sua zona, preparar a casa para facilitar os movimentos, desligar a eletricidade e cortar água e gás, armazenar água, possuir estojo de primeiro socorros, conhecer locais mais perigosos (janelas, candeeiros, movéis);
O que fazer durante:
  • manter-se afastado dos edifícios, postes de eletricidade, manter-se afastado de muros chaminés e varandas, ficar dentro do edifício, abrigar-se no vão de uma porta interior ou debaixo de uma mesa, não ir para escadas, não utilizar elevadores, ir para locais abertos com calma, londe do mar ou rios;
O que depois:
  • não utilizar o telefone só em caso de emergência, não ficar na rua a observar, manter a calma com as réplicas, não fumar ou acender isqueiros (porque pode haver fugas de gás), corta a água gás e desligue a eletricidade, ligue o rádio para ouvir recomendações, evite passar por locais onde haja fios soltos.





Maremoto e Terramoto


Maremotos e Terramotos

Os Maremotos e Terramotos são sismos (curtos e bruscos abalos da parte interna da Terra que se deve ao choque entre placas e que daí resulta uma libertação de energia, criando também ondas sísmicas) que se dão em partes diferentes do planeta (Terramoto - crosta terrestre, Maremoto - crosta oceânica).

. O Maremoto também pode causar um  Tsunamis, que  também pode ser criado através de deslizamentos de placas e erupções vulcânicas. Os Tsunamis são ondas gigantes que se deslocam a uma velocidade brutal. Em pleno oceano nem perceberíamos que um Tsunami estava a passar por nós porque o Tsunami ganha proporções enormes no litoral (ao pé da costa). Como são ondas de longo período as cristas podiam estar distanciadas por centenas de kilómetros.

Na maior parte dos Maremotos o que causa mais dano é o Tsunami ( foi isso que aconteceu no conhecido Maremoto de 1755).




Os Tsunamis são detetados a partir de bóias em mar aberto que depois de uma onda maior passar por eles manda informação para uma central que depois vão avistar o problema e vêem se é perigoso ou se é uma onda normal.

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quinta-feira, 16 de março de 2017

A distribuição dos vulcões e sismos


A distribuição dos vulcões e sismos

Os vulcões e os sismos estão habitualmente concentrados nas regiões que limitam os continentes, ao longo das cadeias montanhosas, ou nos oceanos (nas dorsais médio-oceânicas). Mais de metade dos vulcões activos situam-se no oceano Pacífico no chamado "Anel de Fogo". O "Anel de Fogo" é uma faixa que se estende para norte ao longo das cordilheiras norte-americanas, passa pelas ilhas Aleutas e prossegue para sul passando pelo Japão, as Filipinas até à Nova Zelândia.
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Sismos

SISMOS

O mecanismo responsável é o movimento do magma na astenosfera que origina fraturas nas rochas libertando energia através das ondas sísmicas (P,S e L que são as ondas S e P juntas).
O termo sismo é um abalo na crosta terrestre (oceânica ou continental), no entanto, podemos chamar terramoto ao sismo que ocorre na crosta continental e maremoto ao sismo que ocorre na crosta oceânica, originando um tsunami.

Epicentro - local à superfície, onde o sismo é sentido com maior intensidade.

Hipocentro ou foco– local em profundidade onde o sismo tem origem.

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Pode-se determinar através de um sismograma (que se faz a partir do sismógrafo) a magnitude, a duração de um sismo e as suas fases.


ONDAS SÍSMICAS


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ONDA P- primárias ou de compressão propagam-se por todos os materiais e deslocam-se no sentido de propagação das ondas sísmicas.

Ondas S - secundárias ou transversais, propagam-se por materiais sólidos e deslocam-se na perpendicular do sentido de propagação das ondas sísmicas.

ONDA L -lowe ou superficiais, formam-se a partir da junção das S e das P à superfície. São as mais destrutivas.

FASES DOS SISMOS

O sismo tem diferentes fases:

Abalos Premonitórios- abalos suaves que indicam o que vai acontecer. Corresponde à saída das primeiras ondas P. Só é sentido pelos sismógrafos e pelos animais.
Abalos principais do Sismo- abalos propriamente dito. Corresponde à saída das ondas P e S à superfície.
Réplicas- os abalos sísmicos vão diminuindo de intensidade até se extinguirem. Corresponde ao reajuste do interior da Terra.


ESCALAS SÍSMICAS

Existem várias escalas para se medirem os sismos mas as mais usadas são de Mercali e a de Richter.

Escala de Mercalli - mede intensidade e vai de I a XII em numeração romana. Utiliza-se a numeração romana para diferenciar dos valores da escala de Richter.

Intensidade - è a quantidade de destruição provocado por um sismo. É detetado a partir de um inquérito à população e mede-se o grau de destruição. Os valores de intensidades obtidas nos inquéritos são marcados no mapa (isossistas) e determina-se o epicentro.

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Isossistas - são linhas que unem pontos de igual intensidade sísmica.


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Escala de Richter - mede magnitude, vai de 0 a 9. A escala aberta de Richter vai de 0 a 10.

Magnitude - é a quantidade de energia que é libertado por um sismo. São obtidas a partir dos sismogramas.



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Sismograma- registo do sismo.

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Sismógrafos- são aparelhos que registam o sismo e detetam a sua magnitude, o tempo e as suas fases.

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