As rochas estão sujeitas a pressões permanentes, se estas forem constantes, compressivas e ao longo do tempo, podem formar dobras. As rochas tem a capacidade de se deformarem (sem partirem - originando as dobras), até um certo limite, após esse limite de plasticidade as rochas fracturam-se (originado as dobras-falhas).
Tem de haver aquecimento nas rochas para elas ficarem maleáveis, as rochas como estão quentes "moldam-se" até um certo limite, após ultrapassar esse limite, as rochas fracturam-se (formam falhas), dando origem a sismos.
Quando estás a dobrar a régua, estás a simular a pressão exercida nos materiais rochosos, em profundidade. Quando a régua se parte, estás a simular a rutura do material, ou seja a falha, e consequentemente o sismo.
Há vários tipos de dobras:
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Dobra anticlinal e sinclinal (dobra deitada
anticlinal/sinclinal);
·
Dobra-falha.
Quando as forças compressivas não são iguais dos dois lados dos flancos, as dobras inclinam-se e formam as dobras deitadas.
CONSTITUIÇÃO DAS DOBRAS: plano axial da dobra, flancos, charneira.
| Flancos são os planos
inclinados da dobra. Charneira é a "linha" que separa os dois flancos. Plano axial é o plano que separa os dois flancos. |
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Uma hipótese da Evolução de uma Paisagem com dobras:
As camadas depositam-se, dobram e formam um anticlinal e um sinclinal, a erosão começa a atuar, para a erosão e depositam-se novas camadas. Camadas sub-verticais da Praia Grande que constituem o flanco norte do anticlinal formado pela instalação da Serra de Sintra (onde estão as pegadas de dinossauros).



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